https://g1.globo.com/rss/g1/economia/



Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar recuava 0,51% na manhã desta quinta-feira (9) e era cotado a R$ 5,0770 por volta das 10h50 — o menor nível desde maio de 2024.
Ao mesmo tempo, o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, subia 1,03%, aos 194.186 pontos, renovando mais um recorde intradiário. Os investidores seguem atentos aos desdobramentos do conflito no Oriente Médio.
A trégua anunciada recentemente entre Estados Unidos e Irã enfrenta episódios de violação e novas tensões, o que mantém o mercado em alerta. 📱 Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça ▶️ No Oriente Médio, o cessar-fogo anunciado há dois dias entre EUA e Irã segue cercado de incertezas.
Na véspera, houve relatos de ataques dos dois lados.
Teerã afirma que ilhas iranianas foram atingidas e denunciou ofensivas de Israel no Líbano.
Ao mesmo tempo, países do Golfo, como Arábia Saudita e Kuwait, relataram ataques com mísseis e drones atribuídos ao Irã durante a vigência da trégua.
▶️ Esse cenário faz crescer o temor de interrupções na oferta global de petróleo, já que o Estreito de Ormuz foi fechado durante as tensões.
Por volta das 8h45 (horário de Brasília), o barril do Brent subia 3,82%, cotado a US$ 98,57. ▶️ Nos EUA, a agenda econômica desta quinta-feira ainda traz uma série de indicadores acompanhados de perto pelo mercado.
Entre eles estão dados sobre gastos e rendimentos pessoais, além do deflator do PCE, uma das principais medidas de inflação monitoradas pelo banco central americano. Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado. 💲Dólar a Acumulado da semana: -1,10%; Acumulado do mês: -1,47%; Acumulado do ano: -7,03%. 📈Ibovespa Acumulado da semana: +2,23%; Acumulado do mês: +2,55%; Acumulado do ano: +19,31%. Incertezas sobre o cessar-fogo Os investidores seguem atentos à situação no Oriente Médio, já que ainda há dúvidas sobre a continuidade do cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã.
A trégua anunciada há dois dias vem sendo marcada por episódios de tensão e relatos de ataques durante o próprio período de pausa nos combates. Na quarta-feira (8), houve registros de ofensivas de ambos os lados.
O Irã afirmou que ilhas iranianas foram atingidas e denunciou ataques de Israel no Líbano.
Ao mesmo tempo, países do Golfo, como Arábia Saudita e Kuwait, relataram disparos de mísseis e drones iranianos mesmo após o início da trégua. Nesta quinta-feira (9), Israel voltou a bombardear alvos no Líbano.
Diante desse cenário, cresce o receio de impactos na oferta de petróleo, especialmente após o fechamento do Estreito de Ormuz.
Por volta das 8h45 (horário de Brasília), o barril do Brent subia 3,82%, a US$ 98,57. Mercados globais Os principais índices de Wall Street abriram perto da estabilidade nesta quinta-feira (9), após as fortes altas da sessão anterior. Na abertura, o Dow Jones caía 0,14%, aos 47.840,63 pontos.
O S&P 500 recuava 0,01%, para 6.783,69 pontos, enquanto o Nasdaq avançava 0,05%, aos 22.646,35 pontos. Já as bolsas europeias operavam em queda, devolvendo parte dos ganhos registrados na véspera.
Por volta das 9h30 (horário de Brasília), o índice pan-europeu STOXX 600 recuava 0,53%.
Entre os principais mercados da região, o CAC 40, da França, recuava 0,91%, enquanto o DAX, da Alemanha, caía 1,13%.
O FTSE 100, do Reino Unido, registrava baixa de 0,22%. Nas bolsas asiáticas, o clima também foi de cautela.
Mercados da China e de Hong Kong fecharam em queda, refletindo a preocupação com o conflito.
O índice de Xangai recuou 0,72%, enquanto o CSI300 caiu 0,64%.
Já o Hang Seng, de Hong Kong, teve baixa de 0,54%. Outros mercados da região também operaram sem direção única.
O índice Nikkei, no Japão, caiu 0,73%, e o Kospi, na Coreia do Sul, recuou 1,61%.
Por outro lado, a bolsa da Austrália subiu 0,24%. Notas de dólar. Murad Sezer/ Reuters