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Trabalhadores estavam desaparecidos
Reprodução/TV Cabo Branco
Um homem suspeito de envolvimento na morte de quatro trabalhadores baianos foi preso na noite da última quarta-feira (8), durante uma operação conjunta da Delegacia de HomicÃdios e da Guarda Civil Metropolitana (GCM), em Bayeux, Região Metropolitana de João Pessoa.
Com ele, a polÃcia encontrou o celular de uma das vÃtimas. Segundo a GCM, o suspeito, que não teve o nome divulgado, foi localizado em uma casa no bairro Comercial Norte, em Bayeux.
A prisão ocorreu após seis dias de investigações, iniciadas na última sexta-feira (3). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp Durante a operação, uma mulher que estava na mesma residência também foi presa.
Segundo a investigação, ela não aparece nas imagens relacionadas ao crime e foi detida por tráfico de drogas, após a polÃcia encontrar material ilÃcito no imóvel. LEIA TAMBÉM: Trabalhadores baianos mortos na PB: o que se sabe sobre o caso Corpos de trabalhadores baianos mortos em João Pessoa são liberados pelo IPC e levados para a Bahia As investigações apontam que outros suspeitos já foram identificados.
Equipes seguem nas ruas para localizar os demais envolvidos.
A motivação do crime ainda não foi esclarecida. Relembre o caso Quatro corpos são encontrados em área de mata em João Pessoa; polÃcia investiga se vÃtimas são desaparecidos da Bahia Reprodução/TV Cabo Branco Quatro corpos foram encontrados em uma área de mata no bairro de Brisamar, em João Pessoa, na madrugada de sexta-feira (3). A perÃcia inicial indica que as vÃtimas foram mortas há cerca de dois dias, por disparos de arma de fogo.
Três delas estavam com as mãos amarradas para trás.
Ainda de acordo com a polÃcia, o carro teria sido roubado no municÃpio de Santa Rita, na Grande João Pessoa. Devido ao avançado estado de decomposição, não foi possÃvel identificar visualmente as vÃtimas nem a quantidade de perfurações.
Exames cadavéricos foram necessários para confirmar as identidades. Ainda segundo a delegada, duas vÃtimas estavam com documentos, mas não há confirmação se pertencem, de fato, a elas.
Segundo a PolÃcia Civil, o caso segue sob investigação. VÃdeos mais assistidos do g1 ParaÃba A