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Hospital Metropolitano: governo diz que gestão será de OS e prevê finalizar até 2026
O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) afirmou, nesta quinta-feira (9), que a contratação da empresa responsável por construir o Hospital Metropolitano de Campinas (SP) deve ser finalizada até o final do ano e que unidade será gerida por uma Organização Social de Saúde (OS).
O governador havia prometido que o edital da licitação seria publicado nesta quinta.
Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, no entanto, o documento sairá no Diário Oficial de sexta-feira (10).
"A gente faz a contratação da obra, equipa o hospital, faz o chamamento para uma OS fazer a operação.
Então é um pouco dessa lógica, a gente há muito tempo, São Paulo, fez a opção de trabalhar com OS, isso está sendo acertado, tem ajudado bastante, a gente tem procurado selecionar cada vez melhor essas OS", disse Tarcísio, em entrevista ao g1.
"Então a gente está falando de mais ou menos pelo porte da obra, alguma coisa de 24 a 36 meses de construção.
Então, iniciando agora com o edital, a gente deve ter essa obra contratada no final do ano e a partir daí o início de construção", completou.
Governador Tarcísio de Freitas em Campinas Arthur Menicucci/g1 Gestão por OS A administração do hospital ficará a cargo de uma OS, segundo Tarcísio.
O modelo é semelhante ao implantado em julho de 2025 no Hospital Estadual de Sumaré (HES), em meio a uma polêmica com a troca de gestão da unidade.
Isso porque a Unicamp, que administra a unidade há 25 anos, não tinha habilitação como organização social e tentou evitar o chamamento público que permitia a participação somente dessa categoria.
A solução da universidade foi obter a qualificação de OS, por meio da Fundação de Desenvolvimento da Unicamp (Funcamp), e participar o chamamento.
Com isso, venceu o pleito como única concorrente e permaneceu à frente da unidade. Investimento e estrutura O investimento estimado na unidade é de R$ 400 milhões, e segundo a pasta o hospital teria 262 leitos gerais e 50 leitos complementares de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Além disso, o projeto conta com centro cirúrgico com oito salas de grande porte, 24 leitos de recuperação pós-anestésica, 20 leitos de hemodiálise e pronto atendimento com observação com 24 leitos. A previsão é que o hospital tenha unidade de radioterapia e quimioterapia e pronto-socorro referenciado, e atendimento em especialidades como oncologia, neurocirurgia, ortopedia, cardiologia, urologia, cirurgia vascular, cirurgia plástica e psiquiatria. Projeto do novo Hospital Metropolitano, que será construído em Campinas Divulgação/Secretaria Estadual de Saúde Veja mais notícias da região no g1 Campinas